Alice's Adventures in Wonderland and other stories


Meus mais sinceros cumprimentos a todos os membros da Corte Vermelha, gatos risonhos e xícaras de chá! Demorou, eu sei. Tem sete meses que esse livro lindo chegou em minhas mãos, e quase nenhuma foto dele foi tirada ou postada. Espero corrigir isso logo, a começar com esse post. Essa edição de Alice é uma das coisas mais preciosas que eu tenho na minha estante, e estava na minha lista de desejos terrenos desde que eu comecei a me encantar de verdade por essa história.

Todo mundo que me conhece sabe a importância que Alice no País das Maravilhas tem na minha vida! A vontade de começar a colecionar livros que tratam desse universo começou em 2015, depois de eu ter ganho a minha edição de bolso.


Algo que me impedia de realizar o sonho de ter essa edição rosa da Barnes & Noble era o preço, pois ela sempre estava com um valor acima de R$80; pra mim, esse valor é muito caro. Mas, graças à Black Friday, consegui pagar apenas R$50, o que é muito pouco para um livro tão lindo.

Ele é em inglês, a capa é dura com alguns baixos relevos, o corte de página é dourado e as folhas são um pouco mais finas que o normal (parece uma bíblia). As ilustrações são as originais do John Tenniel, e tem algumas versões coloridas delas na folha de guarda. Um diferencial dessa edição para as outras é que, além das duas aventuras da Alice, têm todas as história escritas por Lewis Carroll! Independente de você ler em inglês ou não, esse livro vale muito a pena, especialmente se for fã desse universo ♡


A capa e contracapa contam com uma ilustração da Alice e do Chapeleiro Maluco. Mesmo não tendo sido feitas pelo Tenniel, são lindas! O tom creepy delas me lembrou muito as coisas que o Tim Burton faz, pois os personagens estão bem magrinhos (hehe) e com feições caricatas.



Minha coleção de poções do País das Maravilhas agora está completa *-*


Uma das folhas de guarda mais lindas que eu já vi!






Minha pequena, mas muito amada, coleção de livros de Alice. Já fiz resenha dessa versão cheia de bolinhas ilustrada pela Yayoi Kusama e da pequenininha da Zahar. Logo logo tiro fotos dessa azul que fui publicada pela editora Girassol. Ah, algo que minhas edições têm em comum é que todas são em capa dura!

Quando acordei hoje de manhã eu sabia quem eu era, mas acho que já mudei muitas vezes desde então.

Espero que tenham gostado do post e das fotos. Não foi uma resenha, mas sim uma forma de eu mostrar esse livro lindo ao mundo! Espero que eu consiga comprar novas versões logo :)

Ah, não se esqueçam de me fazer uma visita lá no instagram. Estou bem ativa por lá! Se disser nos comentários das fotos ou no direct que veio através do blog, vou adorar conversar e fazer uma visitinha ao seu ig!


Isso é tudo, pessoal! Rainha Vermelha, 

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Lendo Lovecraft #1


Lovecraft é tido por muitos o mestre da literatura clássica do horror. Vários autores atuais foram influenciados por ele, por sua mitologia própria e seu modo peculiar de escrever. Não nego sua importância para que um novo gênero, ou, pelo menos, uma nova visão do gênero terror/horror fosse criada, mas me vi tendo que fazer esse pequeno projeto para falar das minhas impressões sobre os contos que estou lendo nessa edição cósmica.

Recebi esse livro (que tem um designer incrível, por sinal!) no começo do ano em parceria com a DarkSide Books, e já comecei a ler. Assim que terminei a introdução feita pela própria editora, passei para os contos, e logo percebi que não seria uma leitura rápida, muito menos fácil para mim, pois não estou acostumada a uma literatura tão rebuscada e densa quanto a de Lovecraft.

Já li alguns livros considerados clássicos, e com uma linguagem não tão atual, mas nunca demorei tanto para ler algo como estou demorando com esse. Verdade seja, para quem não está habituado a algo assim, a leitura pode se tornar inominavelmente chata, embora a maioria das pessoas concorde que Lovecraft era realmente um mestre, pois é inegável sua capacidade de criar cenários e criaturas cósmicas.


O livro é composto por nove contos, e até agora conclui a leitura de cinco deles. Algo que reparei é que, muitas vezes, o autor usa da mesma fórmula em quase todos, embora as história sejam diferentes. Volta e meia a leitura se tornou repetitiva para mim, e eu nem estou falando de um conto ser parecido com o outro, mas sim da repetição dentro do mesmo conto. Falando um pouco separadamente dos que já li...

01. Dagon: é uma pequena história um tanto quanto angustiante sobre um homem planejando cometer suicídio após estranhos acontecimentos durante a Primeira Guerra Mundial. É o primeiro contato que temos com uma das criaturas bizarras de Lovecraft, e é possível sentir a tensão que exala das palavras, já que... bom, são as divagações de alguém que não vai mais existir.


02. A Cidade Sem Nome: "Ao me aproximar da cidade sem nome, soube que era amaldiçoada.". A primeira frase do conto é essa. Uma excursão, uma viagem por um mundo desconhecido e assombrado. Não sei porque, mas algo nessa história me soou como um relato jornalístico, como se quem narra tivesse ido até lá e conseguido voltar pra contar a história.

03. Hebert West - Reanimator: até o momento, foi um dos contos que mais senti prazer em ler, pois tudo nele descrito me fez pensar em laboratórios de investigação forense, embora os experimentos descritos sejam excessivamente mais estranhos e aterrorizantes. Eu consegui visualizar cada cena, algo que tive um pouco de dificuldade com os outros contos. Foi incrível, na verdade!


04. O Depoimento de Randolph Carter: as coisas aqui giram em torno de um depoimento sobre um mistério há muito abandonado. Como sou encantada por mistérios e soluções de crimes, já imaginei algo como um tribunal, com pessoas tomando o depoimento de Carter... algo como um filme que intercala o presente e o passado. Ah, e mesmo sem querer, acabei fazendo ligação entre esse conto e outro. 

05. O Cão de Caça: todos os contos desse livro parecem ter uma carga psicológica grande, mas nesse conto ela é bem maior, pois o narrador, ao que me pareceu, está sendo assombrado por essa figura horrível, ouvindo uivos e tudo mais. Lovecraft parecia ter imaginação suficiente para criar esse tipo de criatura!


Bom, por ora, não tenho mais nada acrescentar, além de que, se você não está disposto a sair de sua zona de conforto, não deveria pegar esse livro para ler. Não é uma leitura rápida, embora alguns contos nos deixem realmente curiosos para saber como tudo termina. Parece que todos eles, de certa forma, se interligam, mas isso se deve a todo esse universo cósmico, excêntrico e assustador criado por Lovecraft!

O próximo conto será O Chamado de Cthulhu. Pelo que percebi, é um dos mais aclamados do autor, tanto que é ele que ilustra o livro. Ah, inclusive, para quem tiver a edição cósmica, vale a pena instlar o aplicativo que a DarkSide criou, pois é possível ver Cthulhu surgindo (app store | google play).


Espero que tenham gostado do post, da ideia de dividir essa resenha em duas ou três partes, e também da minha tentativa fail de fazer um Cthulhu (ficou esquisitinho demais haha!). Se alguém quiser comprar o livro, não se esqueça de usar o meu link da Amazon :)

Isso é tudo, pessoal! Rainha Vermelha, 

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Doze girassóis


O título desse post, inspirado na obra Doze Girassóis numa Jarra, de Van Gogh, não poderia vir melhor a calhar. Desde que li mais sobre esse artista incrível no ano passado, e passei a conhecer suas obras, me vi encantada por girassóis. Tudo bem que nesse campo lindo que eu visitei não tinham apenas 12 girassóis, mas tudo bem hehe.

Fiquei sabendo no começo desse mês que uma fazenda estava com uma plantação gigante dessas flores maravilhosas, e que também estava aberta para visitação. Mesmos sendo um pouco longe da minha casa, consegui convencer meu pai a me levar, e foi uma experiência maravilhosa!

Diferente das fotos do Tumblr e companhia, os girassóis "reais" não tem o miolo extremamente preto, e as flores não são de tamanho uniforme e ficam alinhadas perfeitamente uma do lado da outra. Na verdade, algumas são tão grandes quanto uma cabeça, e acabam ficando muito pesadas e começam a "olhar para baixo" hehe.


Pelo que soube, essa campo está recebendo muitas visitas para ensaios fotográficos. No dia que eu fui não tinha ninguém, e acho que isso é culpa do tempo de chuva que estava fazendo. Reparei também que muitos girassóis estavam arrancados (eu até peguei alguns do chão para fotografar) e amassados, e isso é bem triste, pois o lugar é aberto pra todos. As pessoas deveriam cuidar mais, né?

Parece que aqui onde eu moro essa plantação vai florescer até julho. Depois... bom, é fácil achar em floriculturas haha (inclusive, se alguém quiser me dar um buquê, eu quero!).


Fiquei fascinada por esse lugar, e com vontade ter a minha própria plantação de girassol (em escala melhor, claro). Essas flores são lindas, e carregam muitos significados, além de me darem a sensação de dia iluminado, de felicidade! Desde pequena, minha flor favorita é a rosa vermelha. É clichê, mas eu tive muitas influências da Rainha de Copas. Mas, agora, eu me vejo cada vez mais fascinada por girassóis ♡



Foi uma tarde de muita paz, e, mesmo não tendo tirado tantas fotos, me senti extremamente animada. Consegui ver alguns insetos pequenininhos e verdes, além de abelhas listradas de amarelo e preto (não matem as abelhas, elas estão entrando em extinção!), além de ter visto essas flores lindas. Acho que todo mundo deveria ter essa experiência *-*

 Isso é tudo, pessoal! Rainha Vermelha, 

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