Refugiados - A Última Fronteira (Kate Evans)


"Todos nós desejamos ajudar uns aos outros. Os seres humanos são assim. Desejamos viver para a felicidade do próximo – não para o seu infortúnio. Por que havemos de odiar e desprezar uns aos outros? Neste mundo há espaço para todos. A terra, que é boa e rica, pode prover a todas as nossas necessidades." Esse é um trecho do discurso que Charles Chaplin faz no filme O Grande Ditador, de 1940. O filme é excepcional, e o discurso, feito com maestria! Acredito que ele cabe muito bem no livro e assunto dos quais pretendo tratar hoje.

Refugiados - A última Fronteira é uma graphic novel da cartunista inglesa Kate Evans, publicada pela DarkSide Books. Kate foi voluntária na Selva, uma ~cidade dentro da cidade~ de Calais, na França, famosa por sua produção de renda, e que funciona como um centro para abrigar refugiados do Oriente Médio e África que esperam chegar ao Reino Unido. Nesse livro, ela trás relatos emocionantes desse tempo que passou na Selva, dando voz a histórias e situações que são, muitas vezes, invisibilizadas.


Com críticas claras à extrema direita e ao governo francês que, das duas às uma, fecha os olhos para as pessoas que estão na Selva ou as trata de forma totalmente hostil e violenta, Kate Evans nos apresenta uma obra excepcional. Mesmo sendo um quadrinho, as ilustrações nada amenizam o aperto no peito que sentimos ao lembrar que cada uma delas foi feita inspirada em casos reais, em vidas reais.

Quando assistimos ou lemos notícias sobre a Guerra na Síria e a questão dos refugiados, as pessoas, os mortos citados são números. Seres humanos que estão buscando asilo em outros países são tratados como números numa estatística. Quando paramos pra pensar nisso, percebemos o quão importante livros como Refugiados são.

Desde que li O Diário de Myriam passei a me interessar muito mais por tudo que permeia os conflitos na Síria. Essas pessoas que estão no centro do conflito, as que estão esperando ajuda para entrar em outros países e tentar reconstruir suas vidas, e até mesmo as que já estão refugiadas, precisam de ajuda, tanto na questão física quanto na questão psicológica. Eu curso psicologia, e foi graças a esses livros da DarkSide Books que eu pesquise e procurei saber se psicólogos podem ser mandados para fora do país pelo Médico Sem Fronteiras (podem!). Eles me deram uma nova perspectiva de futuro!


Foi uma leitura emocionante, embora não tão rápida, pois realmente me senti abalada por tudo o que estava lendo e "vendo". A edição está excepcional, com detalhes em renda, o que pode até soar como uma irônica: a renda é algo delicado e suave, totalmente o contrário do cenário em que a história se passa. É aquele tipo de livro que as pessoas podem não gostar de ler, mas que elas precisam ler.

Refugiados nos faz pensar o que estamos fazendo para ajudar o mundo, na nossa empatia e humanidade. Até quando tantas pessoas irão sofrer para que paremos de olhar só para a nossa bolha e comecemos a olhar para o que está lá fora? Encerro as minhas opiniões com mais um trecho d'O Grande Ditador: "Mais do que de máquinas, precisamos de humanidade. Mais do que de inteligência, precisamos de afeição e doçura. Sem essas virtudes, a vida será de violência e tudo será perdido."


Como eu disse, a edição está lindíssima: num tamanho maior, capa dura e marcador de renda. No pacote que recebi da Caveira veio esse pequeno pedaço de renda e também uma bag do selo Graphic Novel que eu estou sorteando lá no instagram. ♡

Como deve ser sentir saudade de um lugar que não é seguro para você?
Essa foi minha última leitura de 2018. Qual foi a de vocês? Alguém aí ficou curioso para ler? Que outros livros sobre o assunto vocês tem para me indicar?

Com amor, L ❤️

51 comentários :

  1. Esse é um livro que me faria sair da minha "zona de conforto". Imagino que deva realmente ser uma leitura complicada, já que o tema é um tanto quanto pesado. Que bom que esse livro lhe fez ter uma ideia de algo que você possa fazer na sua vida, e fazer algo pra ajudar os outros.
    ;*

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    1. É realmente uma HQ que nos tira da nossa zona segura, mas que vale muito a pena!

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  2. Primeiro, essa edição está linda demais! Tudo que a darkside faz fica lindo! Ainda não conhecia essa autora e artista e fiquei muito interessada por saber mais principalmente por ser um história em quadrinhos. Amei a resenha! :D

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    1. Fico muito feliz que tenha gostado, lindinha ^_^

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  3. Oii! :)
    Acho incrível livros assim! Confesso que estou de olho nele há algum tempo. Apesar de bater uma dorzinha no peito toda vez que leio algo assim, são histórias que precisam ser lidas para que os erros não sejam repetidos. Além disso, o trabalho da Darkside sempre torna a leitura agradável não é? Não canso de dizer o quanto gosto das edições deles! <3


    Beijos
    https://ventodoleste.com.br

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    1. Tenho certeza que vai amar o livro, chuchu, tanto pelo trabalho gráfico quanto pela história *-*

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  4. Gostei mto da proposta do livro! Atualmente estou lendo "A incrivel arte de ligar o foda-se" e amando.

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    1. Vi tanta gente falando desse livro que até peguei raiva e não vou ler hahaha!

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  5. Gostei bastante desse livro! Me propus esse ano a ler mais! E esse livro definitivamente me deixou curiosa, uma ótima indicação pra 2019! Bjs

    www.conceitoit.com

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  6. " Seres humanos que estão buscando asilo em outros países são tratados como números numa estatística. Quando paramos pra pensar nisso, percebemos o quão importante livros como Refugiados são." Não precisa de convite melhor para embarcar nesta obra!

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    1. Fico muito feliz que a resenha tenha incitado você a ler!

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  7. Oi, Lu! Tudo bom?

    Recentemente também tive a experiência de ler um relato de sobreviventes do conflito na Síria, chamado "Querido Mundo". É realmente tocante e muda a forma como vemos a vida, não? Achei essa edição linda e, embora não possa dizer que estou com VONTADE de ler o livro, sinto que preciso. Sabe?
    Minha última leitura de 2018 foi Sangue de Tinta, segundo volume da trilogia Mundo de Tinta. Já leu? Acho que você curtiria.

    Abraços,
    Gislaine | Literalize-se

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    1. Gi, oi!
      Fiquei curiosa para ler esse relato. Como disse, tenho me interessado bastante nesse tema. Aaaah, e eu só assisti ao filme Coração de Tinta, mas não cheguei a ler os livros... ainda!
      beijos :*

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  8. Eu gosto de livros que tratam de assuntos fortes, acho necessário para fazer as pessoas pensarem. E também amo HQs, acho que deixa a história mais dinâmica. Esse certamente e um livro que eu leria!

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    1. Nos últimos tempos tenho começado a gostar de HQ's também hehe *-*

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  9. Gostei dos detalhes em renda, batem de frente com toda a brutalidade, a dor da guerra e das constantes perdas que os refugiados passam. É uma realidade muito sofrida, que toca no auge da dor e que muitos governantes fecham os olhos ao invés de ajudar e intervir. São pessoas como nós, com mesmos anseios e necessidades, por que não nos compadecemos? Li Persépolis, a autobiografia em quadrinhos da iraniana Marjane Satrapi. Ela trata de forma singular, realista e crua todo sofrimento que ela passou, a guerra no Irã, sua vida conturbada e suas descobertas como mulher e como ser humano. Me fez encantou com sua ingenuidade, sofrer com a guerra, e me fez refletir em como nós de fora vemos sua cultura e pensamos sobre suas necessidades. Aposto que você vai gostar de ler!

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    1. Obrigada pela indicação. Já ouvi o título "Persépolis" por aí, mas não fazia a menor ideia do que se tratava! ^_^

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  10. Esse livro desse causar muita agonia, mas é realmente bom para colocarmos a mão na consciência, pensar mais no próximo, fazer coisas que julgamos pequenas no nosso dia a dia mas podem ter um valor imenso para outras pessoas!

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    1. Empatia deve ser posta em prática todos os dias, nas coisa mais pequenas que fazemos :)

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  11. Eu não sabia que psicólogos poderiam participar do Médico Sem Fronteiras, que legal! ♥ Deve ser um livro tão difícil de se ler, mas como você disse é extremamente necessário. Apesar de ser algo bem diferente do que acostumo ler, fiquei mega interessada. Fui ver o valor e socorro menina. haha Mas vou deixar esse post nos favoritos, uma hora irei comprar.

    Prazer, Jéssica

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    1. Não pesquisei sobre outras profissões, mas acredito que todos que trabalham na área da saúde (médicos, psicólogos, enfermeiros...) podem ir para fora do país pelo MSF. Isso é tão bom!
      Aaaaah, e os valores de algumas HQ's estão meio altos mesmo, mas é o que eu disse para uma mocinha hoje sobre a graphic novel dos Beatles que a Caveira está lançando: vale a pena! *-*
      beijos.

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  12. “Como deve ser sentir saudade de um lugar que não é seguro para você?" - esta citação ao final me tocou! Nas últimas eleições tinha muita gente dizendo que sairia do Brasil se este ou aquele candidato ganhasse, pois o Brasil viraria um inferno. Fiquei imaginando como seria se eu tivesse que largar meu país, deixar tudo para trás, assim como muitos sírios e venezuelanos têm feito. Ficava com uma dor no coração... Ter que deixar sua própria pátria por motivos trágicos deve ser lamentável. Precisamos de muita empatia e amor para ajudar refugiados. Final do ano passado, conversei mto com um sírio que abriu um restaurante em minha cidade. Enchi os olhos de lagrimas ao conversar com ele. Muito batalhador (lindo tb!) contando para mim como o país dele está destruído, como já nem reconhece mais e que antes da guerra, era o país mais lindo do mundo!
    Vou colocar o livro na minha lista pra este ano.
    Paula Musique ||| www.paulamusique.com

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    1. Essa frase coloca a gente pra pensar. Eu, sinceramente, se pudesse, já teria saído do Brasil, mesmo tendo uma "vida" aqui. Acho que só eu mesma sei o quanto morar nesse país me faz infeliz. Mas também sei que provavelmente sentiria falta de algumas coisas, ainda mais se fosse para ir embora por motivos como os das pessoas desse livro. É um paradoxo muito grande.
      Tenho certeza que vai adorar o livro. <3

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  13. Ai, que vontade de ler, sério! Mas estou tão atarefado, que fica tão difícil arrumar um tempo ;( Gosto de livros complicados e acredito que esse ia ser show pra mim, sério! A história deve ser incrível, embora seja triste, já que largar o país não é a boa opção, ainda mais quando se trata da questão referente ao livro.

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    1. Eu sugiro encontrar um momento de bastante equilíbrio para conseguir ler e se estregar de verdade à leitura ;)

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  14. Acho que a sua definição desse livro foi perfeita: pode ser algo que as pessoas não gostem, mas elas precisam ler. Acho que esse tipo de leitura é essencial para - mais uma vez como você mesma disse - nos ajudar a sair da nossa bolha, do nosso mundinho e aprender a ter empatia e pensar no bem da humanidade como um todo. Eu confesso que para esse tipo de leitura eu fico meio em cima do muro: sei que é uma leitura necessária, que não se pode fechar os olhos para os problemas do mundo e fingir que eles não existem. Mas ao mesmo tempo sei que meu equilíbrio emocional muitas vezes fica precário e nessas horas uma leitura dessa acabaria comigo. Sim, é algo que quero ler, mas também preciso escolher o momento certo para isso. E quanto a Darkside, eles arrasam sempre, é minha editora preferida, junto com a Zahar.

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    1. Como eu disse, é uma leitura necessária, mas também acho que cada devemos olhar para nós mesmo, para a nossa saúde, e encontrar um equilíbrio antes de pensar e tentar ajudar o mundo.
      A DarkSide é incrível, e o selo Crânio tem trazido lançamento maravilhosos *-*

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  15. Socorro, quantos dedos enfiados em quantas feridas nesse livro... Imagino que ter o visual da história seja um impacto GRITANTE - e, como você mesma disse, necessário. Necessário pro mundo pensar na Síria, pro mundo pensar no mundo, pra gente pensar no mundo e pra gente pensar na gente... E olha só como você já fez isso de forma tão natural e linda, pesquisando sobre a possibilidade de entrar no MSF... Lu do céu, você saria tão perfeita pra esse trabalho! Seria difícil, claro, mas situações difíceis assim são muito melhores aproveitadas por quem tem a sensibilidade como a sua.
    Me emocionei com seu post e, claro, com suas fotos... Caraca, como elas falam via detalhes, arrasou como sempre!

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    1. Que bom que gostou, Luly <3 Estou pensando muito na possibilidade de entrar para o MSF, inclusive assim que as aulas voltarem vou falar com uma professora que pode me informar mais sobre. Acredito que o mundo precisa de mais pessoas empáticas dispostas a ajudar da maneira que seja!

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  16. Boa noite cara mia, sabe que eu sinceramente não sei em que momento foi que nos tornamos tão indiferentes e insensíveis com o outro? Eu não li esse livro, mas o tema abordado é bastante meu porque sou imigrante no Brasil e sempre fui muito bem recebido. Adoro São Paulo e mesmo não gostando de muitas coisas no que diz respeito a política brasileira, não tenho queixas. Mas eu me espanto como os meus conterrâneos reagem a imigração africana e no caso dos sírios também. Até porque eles fogem de uma guerra. E a única preocupação é não se misturar, não ser invadido, como se nunca tivessem feito isso.
    A sensação que eu tenho é que não dão a mínima mesma, só querem manter as coisas nos seus devidos lugares. Só querem 'essa gente' quando precisarem de mão de obra barata. No mais, que não ousem sair de seus lugares e pouco importa a situação crítica em questão. Não é problema da Europa.
    Lá vou eu atrás do livro.

    Bacio, grata por dividir essa leitura com a gente.

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    1. Eu também me pergunto quando foi que as pessoas começaram a achar "legal" não sentir nada, não se compadecer com o sofrimento alheio. Todo mundo está tão perdido em suas próprias vidas ~vazias~ que se esquecem de olhar para quem está precisando de ajuda. Fico abismada com o quanto as pessoas querem criar fronteiras e separar as pessoas, ainda mais pessoas desesperadas para encontrar um lugar seguro.
      Espero que o leia, Lunna! Tenho certeza que você vai amar <3

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  17. Oi Lu, antes de tudo eu preciso dizer que as suas fotografias são lindas. Elas me trazem sempre uma sensação de aconchego e nostalgia. Agora, sobre o post, preciso dizer, esse discurso do Chaplin sempre me dá vontade de chorar toda vez que leio, escuto, vejo, de tão lindo que é. Não li o livro, mas esse discurso parece casar muito bem com ele, só pelo que você mencionou.
    Beijão

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    1. Obrigada pelo carinho, Kimby!
      O discurso do Charlie Chaplin é formidável. Ele não só "casa" com esse livro, como com todo o momento que estamos vivendo no mundo inteiro.

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  18. Essa foi uma leitura intensa, realmente necessária mesmo que não seja agradável ficar cara a cara com esses fatos pesados. A autora foi muito feliz na proposta de dar uma cara, uma personalidade, uma história de vida as vítimas que são encaradas pela grande mídia apenas como mais um número! A minha resenha sai em breve também, foi uma das minhas últimas leituras de 2018! Um beijo
    Colorindo Nuvens

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  19. Interessante o tema mais intenso ser retratado numma graphic novell, que supostamente traria mais leveza. Mas o assunto é tão triste que fica difícil equilibrá-lo ou deixá-lo mais ameno. Achei o detalhe das rendas muito bonito. É muito triste saber da dura realidade dos refugiados, acredito que todos nós devemo procurar nos inteirar mais sobre o assunto.

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    1. Se formos analisar de uma forma mais fria, ninguém precisa necessariamente se importar com o que essas pessoas estão passando, mas acho que é uma questão de HUMANIDADE!

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  20. Puxa, parece um livro fascinante! Não conhecia, confesso. "O Diário de Myriam" ganhei no amigo secreto de uma editora parceira! É uma das metas de leitura para 2019. Não vejo a hora! Nessa mesma linha, "O Diário de Anne Frank" havia abandonado e concluirei ainda esse mês. Agora também quero ler "Refugiados - A Última Fronteira" para estar refletindo e fazendo comparativos de situações, mesmo sendo tão adversas! Uma bela dica para 2019, com certeza! Feliz Ano Novo!

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    1. Eu quero muito ler "O Diário de Anne Frank" ainda esse ano. Tenho certeza que vou gostar e me emocionar muito. Ah, e que presente mais lindo que você ganhou!

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  21. Assuntos de guerra, conflitos e refugiados são muitas vezes tratados com ignorância (como você disse, as pessoas se tornam estatísticas). Temos que parar pra pensar o que essas pessoas passam, se deslocando obrigatoriamente por conta de guerras entre os homens de sua própria terra, imagino que seja um terror.
    Gostei do tema da graphic novel e espero lê-la em breve. As fotos estão lindas e a resenha também <3

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    1. Fico feliz que tenha gostado. Espero que consiga ler a HQ!

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  22. Oi Luh, tudo bem? Desde o tempo de colégio esses conflitos ao redor do mundo me chamam atenção. Estranho pensar assim, mas parece que eles sempre estiveram em guerra. Como o Oriente médio brigando pelo petróleo, a briga pela Palestina, e tantas outras. As vezes parece um mundo tão distante do nosso. Uma realidade que as vezes é difícil acreditar que exista. Gostei muito da resenha. Das fotos também. Beijos, Érika =^.^=

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    1. Eu também sempre me interessei por esses conflitos desde a escola. É como se o mundo nunca tivesse tido um momento de paz!

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  23. Eu tenho um verdadeiro apresso por livros de capa dura, o tema me chamou a atenção e gostei bastante, pois foge um pouco do que costumo ler. Vou por na minha lista de livros para comprar!

    Beijos!
    http://www.fashion-beauty.info/

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    1. Livro de capa dura são muito amor < e que bom que se interessou pela HQ!

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  24. Não tenho o costume de ler HQs, mas eu amo, acho as ilustrações a coisa mais linda e todo o design dessa é maravilhoso, a DarkSide arrasa. É muito legal que esse tema esteja ganhando espaço de tantas formas, e é muito necessário discutir isso, principalmente nos dias de hoje.

    Minha primeira vez aqui no blog e já amei ♡
    https://doiseneseka.blogspot.com/

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    1. Fico muito feliz que tenha gostado, lindinha! *-*

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  25. Aaa que legal!!!!!!Adoro HQ's. Essa parece ser bem envolvente, vou procurar pra ler.

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  26. Eu gostei muito de como a HQ promete mudar nossa perspectiva sobre tanta coisa e nos levar a pensar no próximo.
    É incrível como os livros estão te inspirando a querer novos caminhos com a psicologia! É maravilhoso de se ver.
    Abraços ♥

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