Últimos filmes que assisti #10


Ando meio lenta no quesito filmes e séries. Nos últimos tempos eu ando lendo bastante e assistindo apenas Harry Potter (!). Mas eu estou tentando mudar isso, ver mais televisão e assistir a série novas (mas confesso que está sendo muito difícil). Hoje vou falar um pouquinho de alguns dos últimos filmes que eu assisti.

❤ Jack - o caçador de gigantes ❤


Jack é um pobre fazendeiro que abre um portal entre nosso mundo e o universo de uma terrível raça de gigantes, desencadeando uma guerra. A situação obriga Jack a lutar para deter os gigantes e salvar a raça humana.

Esse filme acabou chegando de um jeito tão inesperado na minha vida: era só mais um dia tedioso, e eu acabei me interessando por esse título na televisão (detalhe: eu quase nunca assisto a filmes que não conheço na tv). Foi praticamente amor à primeira vista *-*

É uma nova visão do clássico João e o Pé de Feijão, com personagens de personalidade que a gente, talvez, já conheça, mas que são muito determinados e divertidos. Eu amo histórias que misturam época medieval com fantasia! Pode não ser o filme mais grandioso e extraordinário do mundo, mas as cenas de ação realmente me deixaram tensa, e o final quase deu um nó no meu cérebro (mas eu terminei o filme rindo hehe). É aquele tipo de filme que está na medida certa, um bom entretenimento.

❤ Frozen - uma nova aventura congelante 


É a primeira temporada de festas de fim de ano desde a reabertura dos portões e Anna e Elsa organizam uma festa para toda a Arendelle. Porém, quando as pessoas da cidade saem cedo da comemoração para desfrutar seus costumes próprios, as irmãs percebem que não possuem tradições familiares.

Tem muita brincadeira e zoeira ao redor de Frozen. Embora não seja meu filme favorito de princesas, eu gosto bastante dele, e fiquei bem curiosa para assistir esse curta quando foi anunciado. Confesso que achei o desenrolar da história um pouco forçado, mas não deixa de ser uma animação bem feita (eu amo as roupas da Anna e da Elsa!) e divertida.

❤ Mulan 2 - a lenda continua 


Assim que Mulan aceita a proposta de casamento do General Shang, seu guardião Mushu teme que ele perca seu lugar na vida dela quando ela é aceita na família de Shang. O Imperador pede a Mulan e seu noivo para acompanharem as três princesas para encontrar seus futuros maridos em um território distante. Durante o percurso de sua perigosa jornada através da China, Mushu tenta separar o jovem casal e, ao contrário, o relacionamento se solidifica.

Juro que não sabia dessa sequência do filme que tanto amo e me inspira, então assisti-lo foi uma surpresa, mas, infelizmente, uma surpresa frustrante. Vou ser sincera: acho que a disney tem que parar de fazer continuações de filmes! Tudo bem que tem algumas que são legais, por exemplo os da Pixar (Carros, Toy Story...), ou A Pequena Sereia II e O Rei Leão II (vou nem falar do terceiro filme, pois, pra, mim, ele pode pegar as mãos com as duas sequência de Cinderela e se retirar!), mas Mulan 2 ficou bem bobinho, com uma história forçada em diversas momentos, até meloso demais. Transformaram personagens ótimos em comédia pura, colocaram romances e cenas que me fizeram revirar os olhos. Realmente eu prefiro ficar só com o primeiro filme hehe.

❤ Zootopia 


Judy Hopps é a pequena coelha de uma fazenda isolada, filha de agricultores que plantam cenouras há décadas. Mas ela tem sonhos maiores: pretende se mudar para a cidade grande, Zootopia, onde todas as espécies de animais convivem em harmonia, na intenção de se tornar a primeira coelha policial. Judy enfrenta o preconceito e as manipulações dos outros animais, mas conta com a ajuda inesperada da raposa Nick Wilde, conhecida por sua malícia e suas infrações. A inesperada dupla se dedica à busca de um animal desaparecido, descobrindo uma conspiração que afeta toda a cidade.

Se formos analisar bem esse filme, é apenas mais um clichê com a jornada do herói (no caso, heroína) cheio de conflitos pessoais e tentando se provar, e que acaba arranjando um parceiro no meio do caminho. Mas eu vou tentar ver esse filme de outro jeito: é um animação inspiradora! Quem me apresentou a ele foi uma amiga, e ela disse que o filme significa muito pra ela, pois mostra que a gente pode ser mais que aquilo que aparentemente somos, mais que aquilo que "nascemos" para ser.

Os personagens, sem exceção, me encantaram. Dando destaque maior, obviamente, à nossa dupla dinâmica que protagoniza o filme. Impossível não shipar esse possível casal haha. Além disso, toda a história que criaram com os animais em cima do "mundo ideal" é incrível. Lembro-me até hoje de uma aula de sociologia onde meu professor usou esse filme como ponto de partida para nos ensinar assuntos didáticos. Gostaria muito que tivesse uma continuação, mesmo que a história tenha praticamente se fechado nesse primeiro filme :p


Isso é tudo, pessoal! Rainha Vermelha, 

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my Pottermore info


Desde que conheci Harry Potter eu tenho acessado bastante o Pottermore. Gosto de ficar por lá lendo as histórias das casas, os artigos (muito interessantes, por sinal!), e, especialmente, "conjurando" meu Patrono. Eu realmente amei a animação do teste do Patrono hehe.

Depois de ter lido esse post do blog Perdida em Ficções (o blog da Deborah é um amorzinho *-*), fiquei com vontade de contar um pouco sobre como decidi adentrar nesse universo mágico, e também para falar dos resultados dos meus testes do Pottermore. Mesmo ainda não tendo terminado de resenhar os livros por aqui, quero publicar logo esse post!


Eu tenho alguns fragmentos de memórias de uma Luh com oito ou nove anos de idade, vendo comerciais de Harry Potter no SBT, e até algumas cenas dos filmes (um carro voador, uma fantasma no banheiro, e um garoto gritando algo estranho), mas estou pronta para jurar diante do Ministério da Magia que nunca havia assistido Harry Potter até novembro de 2017. Consequentemente, eu também não tinha lido nenhum livro e sabia nada de nada da história.

Lembro-me que foi bem complicado decidir se eu compraria ou não o primeiro livro. Mesmo estando encantada pela edição capa-dura, e querendo saber mais sobre tudo, meu dinheiro estava nas últimas (na maior sinceridade: minha condição financeira é igual a dos Weasley quiça pior!). Mas eu acabei comprando A Pedra Filosofal, e foi amor ao primeiro capítulo. Acho que nunca li um início de livro tão incrível, instigante e maravilhoso. Para saber mais do que achei dos livros vocês vão ter de ler as resenhas hihi.

Harry Potter chegou na minha vida num momento bem difícil, onde minha saúde mental estava por um fio (na verdade, as coisas ainda estão um pouco difíceis, mas eu acredito que vão melhorar). Essa saga me ajudou de todas as formas possíveis. É um amor que só cresce a cada dia! ❤


Agora, falando sobre a minha casa em Hogwarts... antes de começar a ler, eu fiz o teste com um amiga, mas foi algo bem largado: estávamos sentadas na mesa, comendo sementes de abóbora caramelizada (bem bruxas mesmo haha!), e eu ia respondendo aleatoriamente. Cai na Corvinal! Como eu ainda não conhecia as casas, concordei e vida que segue. Comecei a tentar aceitar essa casa como a minha, especialmente porque todo mundo diz que sou parecida com Luna Lovegood.

Depois que terminei e ler a saga inteira, eu, bom... entrei em parafuso, foi isso. Aprendi a me encantar por todas a casas, mas havia uma em especial: Sonserina! Sim, eu queria mais que tudo ser da casa de Severo Snape, meu personagem favorito. Comecei a criar paranoias na minha cabeça, me imaginando de verde e tudo. Ao mesmo tempo, as outras três casas estavam ali me chamando. Vou ser bem sincera: eu ficaria feliz e daria o melhor de mim, independente da minha casa. 

Decidi que precisava de um novo encontro com o Chapéu Seletor, e cheguei a prometer que, o resultado que saísse, seria definitivo (Kammy, você é prova disso!). Fiz o primeiro teste: Grifinória. Não deve estar certo... Segundo teste: Grifinória! Terceiro teste: Grifinória!!! Fazendo um ranking, a última casa para onde eu esperava ir era a Grifinória. Não que eu não quisesse ir pra lá, mas durante os três testes eu torcia para ver o verde predominando a tela. Mas não aconteceu.

Depois disso, e de não ter aceitado muito bem, comecei a ter um certo receio do que os outros iriam pensar. "Ela quis ir pra Grifinória porque é a casa do protagonista blá blá blá". Não, não, não! Novamente, juro diante do Ministério da Magia que não era minha intenção, tanto que fiquei até com medo de manipular o teste para ir pra Sonserina haha, mas não tinha nenhuma questão que poderia me "jogar" numa casa. Passou-se uns dois dias até que eu aceitasse bem esse fato e, pausa, eu sou da Grifinória, onde habitam os corajosos! Por Merlin, eu não ligo a miníma para o que os outros dizem!!

Enfim, esse monólogo já está bem grande. Vocês só precisam saber que eu amo a Grifinória. Ela realmente têm características que eu consigo ver dentro de mim e já estou começando meu arsenal de produtos dela! Continuo adorando a Sonserina também, mas já me acostumei com o fato de  que não tenho praticamente nenhuma qualidade das quais Slytherin prezava.


Bom, agora com Animais Fantásticos e Onde Habitam (filme pelo qual estou apaixonada), conhecemos Ilvermorny, a escola de Magia e Bruxaria Americana. Confesso que não me encantei tanto por ela e sua história como me encantei por Hogwarts, mas fiquei feliz por ter sido escolhida para a casa Thunderbird. O Pássaro-Trovão representa a alma de um bruxo e favorece os alunos aventureiros e exploradores, e acredito que não poderia ter uma casa melhor para eu ir.

Já o meu Patrono é um Cavalo Alado Graniano ❤ Eu fiquei imensamente feliz com isso, não só pelo meu Patrono ser uma criatura mágica (o que é muito raro de acontecer!), mas por eu achar cavalos alados lindos desde que eu era pequena. É um animal que eu acredito piamente que existe (ou que, pelo menos, já existiu). Ah, minha varinha é de madeira de pinho com núcleo de pena de Fênix 13 ¾ e ligeiramente flexível.


Enfim, de acordo com o Pottermore, sou corajosa, aventureiro, e tenho como Patrono um cavalo mágico (ainda fico abismada como isso faz sentido, afinal eu usei uma memória do mundo mágico para conjurá-lo!). E quanto a vocês? Qual a(s) casa(s), Patrono e varinha?! Eu quero saber!

Isso é tudo, pessoal! Rainha Vermelha, 

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Harry Potter e a Ordem da Fênix - chorei como não chorava há um tempo!


O Ministério da Magia adverte: esse post pode conter spoilers!

Eu não sei nem como começar esse post. Talvez eu devesse falar das minhas impressões desde o comecinho da história até o final, mas eu simplesmente sinto um nó na gargante só de lembrar. Antes de sentar na frente do computador para escrever, resolvi pegar o livro e dar uma folheada, mas eu sabia muito bem quais era minhas intenções: eu queria saber se eu ainda era afetada por tudo o que aconteceu lá no Ministério da Magia. E a resposta é sim, aquilo ainda mexe com minha cabeça e me faz chorar.

Em Ordem da Fênix Harry Potter está muito chato. Mesmo que sua chatice e sua revolta sejam justificáveis (vai dizer que você não ia ficar zangado se fosse deixado totalmente às cegas num guerra que tudo tem a ver com você?), ele continua sendo muito chato nesse livro. Pessoalmente, não achei isso ruim, pois, nos livros anteriores, Harry é sempre muito contido (com exceção do episódio da tia Guida transformada em balão em O Prisioneiro de Azkaban), o garotinho educado, e isso pode afastar um pouco o personagem da realidade. Parafraseando Sirius Black, "todos temos luz e trevas dentro de nós", e é até divertido ver Harry sendo rebelde, raivoso, gritando... na verdade, metade do livro o Harry está falando em caixa alta!

É um verdadeiro calhamaço com mais de 700 páginas, mas é um calhamaço que me fez muito feliz. Tem um enredo tão bem amarrado que eu simplesmente não consegui parar de ler, tanto que terminei a leitura em três dias! 


Eu amei ver a relação entre o Harry e Sirius crescendo (embora J.K. Rowling tenha feito isso só para destruir meu coração no final). É fantástico ver os dois felizes nas férias de Natal, e até se divertindo com a limpeza do Largo Grimmauld. Eu também, finalmente, conheci Luna Lovegood, essa personagem com que tanta gente me comparou. Vou ser sincera: fiquei até com vergonha nas aparições dela, pois somos realmente muito parecidas, mesmo eu não sendo tão naturalista quanto ela hehe.

Ah, e é nesse livrão que conhecemos a personagem mais odiada, a única que eu não consigo defender de modo algum, a sapa-cor-de-rosa-velha-nojenta Dolores Umbridge. Não consigo nem traduzir em palavras o tanto que eu odeio essa mulher; essa vaca foi  aúnica além do Voldemort que conseguir marcar o Harry com uma cicatriz! 

Também não posso deixar de ressaltar que todo o amor que eu tinha pelos Marotos desde o terceiro livro esfriou um pouco (ou muito rs). Não tenho motivos pra esconder que Severo Snape é um dos meus personagens favoritos da saga, e ver o tanto que os Martos alopravam com ele apenas "pelo fato de existir" (palavras do próprio Tiago) me fez detestar esse grupinho. Embora um erro não justifique o outro, é compreensível o porquê do Snape ser tão amargurado, embora a gente descobre muito mais sobre isso no último livro. Já vi em alguns lugares pessoas minimizando o bullying que Snape sofreu, mas acho que só quem realmente passou por esse tipo de humilhação sabe o quanto pode afetar a mente de uma pessoa. Mas, calma, talvez eu faça um post falando só sobre essa questão (eu tenho um texto pronto que ainda não postei por aqui. querem ver?).


Esse livro não me deixou tão tensa quanto O Cálice de Fogo, afinal, Voldemort já tinha voltado! O que de pior podia acontecer? Mas, pois é, aconteceu. Foi angustiante ver a Umbridge tomando a escola, Dumbledore literalmente desaparecendo, Harry tendo aquelas visões estranhas. Eu sabia que algo muito ruim ia acontecer, mas quando aconteceu... quando Sirius morreu, daquele jeito, tão rápido, tão de repente, eu me vi chorando capciosamente! Até aquele momento, Sirius era meu personagem favorito, eu tinha esperança de que ele e Harry pudessem ser uma família, mas NÃO! J.K. Rowling quebrou a relação autor-leitor e decidiu que a única família que restou a Harry tinha de morrer.

Foi uma leitura incrível? Foi! Mais uma vez me deu lições incríveis sobre coragem e amizade. Harry estava muito rebelde? Sim. Eu odiei o casal Harry-Cho? Sim, casal-mais-sem-sal-de-todos! Mas, independente das minhas lágrimas de dor e sofrimento (sem ironia) e das minhas raivas quanto ao casalzinho e a sapa cor-de-rosa, assim como os outros livros da saga, eu vou me lembrar sempre de tudo o que eu senti a cada página!


Preciso seguir o conselho de Severo Snape ao falar desse filme, mas, em resumo, decepcionante. Por ser o maior livro da saga, eu esperava um filme de, no mínimo, três horas. Mas não, não, o filme tem o menor tempo de duração; excluem praticamente quase tudo e deixam o básico do básico.

Cadê o quadribol? Cadê os elfos domésticos? (Neville é o quebra-galho oficial dos filmes!) E a explicação e preocupação com os N.OM.S? E as aulas? Quem acompanha apenas os filmes certamente fica boiando quanto a muitos assuntos que são tratados com riqueza de detalhes no livro: a profecia, a proteção que Harry possui por morar com sua tia, as questões da ligação mental entre Harry e Voldemort...

Talvez eu possa relevar todos os furos do filme, mas algo que eu não perdoo é terem diminuído a dor de Harry com a morte de Sirius. No livro ele fica completamente desolado, triste de verdade por ter pedido a única pessoa que lhe deu um vislumbre de família, e até tenta encontrar meios de fazer o padrinho voltar como fantasma, fora aquela cena icônica dele gritando e quebrando tudo na sala do Dumbledore. Já no filme, mesmo tendo me feito chorar muito e ter adorado a interpretação de Daniel Radcliffe, é deixado de lado, é algo momentâneo; Harry tem uma conversinha bem plena e serena com Dumbledore, e fica por isso mesmo! Fiquei sabendo de uma cena que mostra Harry chorando sozinho nos terrenos de Hogwarts, e até agora não entendo por que a cortaram completamente. Não exploraram devidamente esse luto que eu garoto tem!


O filme Harry Potter e a Ordem da Fênix poderia dar as mãos ao Cálice de Fogo e a Enigma do Príncipe e se retirar. Embora tenha tido coisas que eu gostei nele (as aparições da Luna, as frases, o duelo entre Voldemort e Dumbledore), foi bem fraco se comparado a obra de arte que é o livro. Mas de uma coisa vocês podem ter certeza: eu vou assistir muitas mais vezes, afinal o mundo cinematográfico é diferente do literário. Vou tentar aproveitar os dois separadamente.

O que vocês acham de A ordem da Fênix? Por favor, falem-me que não fui a única a chorar como um bebê! Sem piada, depois que terminei eu me sentei na cama, abracei o travesseiro e fiquei lá uns 20 minutos chorando e soluçando e lamentando a minha existência (mal sabia o que me aguardava no sétimo livro).

Isso é tudo, pessoal! Rainha Vermelha, 

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